Boas práticas para serviços de saúde mental baseados na comunidade, focados nas pessoas e orientados para o recovery

A iniciativa OMS QualityRights está trabalhando para melhorar globalmente o acesso a serviços de saúde mental de qualidade e para promover os direitos humanos das pessoas com desabilidades psicossociais, intelectuais e cognitivas, e que vivenciam problemas de saúde mental.

Como parte desta iniciativa, estamos desenvolvendo um guia de orientação de boas práticas que apresentará informações sobre serviços de saúde mental de base comunitária que promovem os direitos humanos e a abordagem do recovery 

Estamos entrando em contato para que você nos auxilie a identificar serviços de seu conhecimento que sejam centrados em pessoas e em suas necessidades, que atuem sem coerção e que promovam autonomia, inclusão na comunidade e o envolvimento em todos os níveis de tomada de decisão de pessoas com experiência de vida em problemas de saúde mental. Isso inclui serviços que dão suporte a pessoas em experiência de crise sem recorrer à força, à coerção, à internação e ao tratamento involuntários ou ao isolamento e à contenção. 

Ao preencher o questionário no link ao final desse e-mail, você terá a oportunidade de indicar até cinco serviços de saúde mental que você acredita que devem ser considerados como de boa prática. Ao participar, você contribui para construir o futuro dos serviços de saúde mental.

Qualquer pessoa que esteja envolvida na oferta de um serviço, que tenha experiência como usuária de um serviço, ou que conheça um serviço é bem-vinda a completar o questionário.

Por favor, observe que nós não estamos procurando serviços que sejam especificamente focados em intervenções-e atendimento online, intervenções e atendimento telefônicos, programas de capacitação, programas de trabalho e renda, programas de moradia, programas de prevenção, ou serviços focados na defesa (advocacy) e/ou na reforma de sistemas.

Da consulta online será encerrada em 30 de junho de 2019.

Agradecemos antecipadamente a sua contribuição, Dr Michelle Funk, Mental Health Policy and Service Development, World Health Organization